Vigia de Nazaré - Pará - BR.

Vigia de Nazaré - Pará - BR.
400 Anos de fundação

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

VIGIA CARNAVAL 2016

Vigia no carnaval 2016

No início eram quatro, e nos últimos dez anos, três escolas desfilavam na avenida da folia vigiense. Mas recentemente, apenas duas agremiações enfrentam dificuldades, mas se mantêm firmes, e sobrevivem com muito brilho e derramando empolgação. São elas:
Caprichosos do Arapiranga – fundada em 1986 (20-fev.), simbolizada por um tigre e tem as cores, verde e rosa. – “Fui o coordenador da reunião para a escolha do nome, sugeri “Caprichosos do Arapiranga” e ganhei por 12 contra 2 votos”, disse Alcindo Vilhena Barata, um dos fundadores. Em 2005 a escola fez uma homenagem ao empresário Fernando Ferreira.
Neste ano a Escola de Samba Caprichosos completa 30 anos de fundação e há cinco anos sob a direção do empresário Clemildo Palheta, um dos fundadores, que se empenha de todas as formas para colocar, a única Escola do bairro do Arapiranga, na passarela do samba.
Em 2015 a escola desfilou com o tema “Cantando no Nordeste”, com três carros alegóricos, 22 baianas, carro abre ala, destaque para ala da capoeira.
Outra escola de samba é a Pra samba, a primeira escola de Vigia, fundada em 1978, tem como símbolo a Águia, e as cores vermelha e branca. No ano passado não fez desfile oficialmente, mas segundo informações, este ano promete fazer um desfile apoteótico no corredor da folia. A Escola ma
As escolas de samba vêm tentando manter a tradição do carnaval da Vigia. Como não tem caráter competitivo, os preparativos, quase que sempre, fica para última hora, há mais de trinta anos que a Prefeitura não realiza concurso, e muito menos dá prêmio. Mas na atualidade, repassa às referidas Associações carnavalescas, cerca de 10 mil reais, verba que muitas das vezes, é a única utilizada para as confecções das fantasias, montagem dos carros alegóricos, abre alas e etc.
Talvez seja um dos motivos da diminuição das escolas de samba em Vigia, pois passado 365 dias, elas não promovem sequer um baile para angariar fundos e investir no carnaval. Algumas tem sede própria, como é o caso da Caprichosos, mas por falta de recursos a quadra está desolada. Na conjuntura atual, se não fosse o recurso vindo da Prefeitura, talvez não tivesse mais uma escola de samba no carnaval da Vigia. Desculpe! Mais é uma crítica constritiva.
Enquanto os blocos de micareta ganham a cada carnaval mais força e crescem na popularidade e com as vendas de abadás. Mas para isso investem nas atrações e inovam no designer dos abadás, possuem diversos patrocinadores de peso, e atraem uma multidão para “a cidade que não dorme”, diferente das escolas de samba.

O Bloco do Tatu e Cia, o mais querido do bairro do Arapiranga, é um dos maiores do carnaval, todo ano arrasta mais de três mil foliões. Outro bloco com bastante expressividade é o Canto do Galo, um dos ícones do carnaval vigiense, sempre é o único a se apresentar, quando o sol já começa a nascer, esta é uma das características do Bloco. E o Bloco MIkaloka com seu mico preto abrindo alas, um dos favoritos do maior carnaval do Pará.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Vigia dos 400 anos

Vigia de Nazaré parabéns pelos 400 Anos de existência, que nesta data histórica nossas autoridades reflitam em buscar um governo voltado para a população, e não apenas a uma “partícula”, que nossos dirigentes procurem soluções para os grandes problemas que assolam a nossa sociedade, e não faça apenas do momento um baluarte de promoção.
Vigia de Nazaré, outrora foi chamada de Vigia, e no princípio eras apenas uma aldeia, com o passar dos tempos deixastes de ser uma cidade pacata, para virar notícias na mídia nacional.
Tuas históricas ruas estreitas, ao passar, contemplávamos teus bangalôs avarandados enfeitados com plantas, flores, nas paredes da sala os retratos dos entes queridos e as imagens dos santos-devotos.
Aí veio o progresso e o crescimento da população desordenado, rasgando teus manguezais, entupindo teus rios e poluindo tuas águas. O peixe é só exportação, pouco fica aqui, tanto é que o “Festival da gurijuba”, aqui não tem mais.
Ruas despedaçadas, praças abandonadas, e os prédios históricos, poucos ficaram para contar a história dos 400 anos da “Vigilenga de Heróis”.    


VIGIA DE NAZARÉ 400 ANOS E NÃO CRESCEU!

Vigia de Nazaré 400 anos e não cresceu!
São 4 (quatro) séculos que teu povo espera (por dias melhores), por empregos para os jovens e senhores jovens que tem filhos pequenos e estudando.
São 4 (quatro) séculos que nossa cidade de Vigia de Nazaré caminha, mas teu povo não “usufrui” das riquezas que tu tens, isto é, não aparece.
Entra e sai “Prefeito”, e o que temos na saúde? Um simples hospital na Barão e uma “residência”, no bairro do Arapiranga, que faz algum atendimento, mas hospital de qualidade, de conforto, de especialidade não temos. Os vigienses vão morrendo e não conheceram das coisas boas que os políticos prometem; fica só na “promessa” dos governantes.
Após 4 (quatro) séculos não temos um “PRONTO SOCORRO “, para atender mais rápido nossa população. - Escolas de Ensino Público de qualidade, com cursos profissionalizantes.
- Concurso público? Cadê o CONCURSO? - Praças com brinquedos, para nossas crianças.
- Onde estão os concursados? Pesquise. Uns estão na feira, outros fazendo “bico” ou pescando. - O CÁS, na frente da cidade...
Lombadas não tem sinalização, etc.
Há muito funcionário na Prefeitura desta cidade “reempregado”. São jovens da 3ª idade que já estão aposentados por tempo de serviço, uns até pensionistas, mas estão lá, nem tem filhos pequenos para criar e estudar, mas estão “reempregados”, tirando a vez do vigiense que quer subir os degraus da escada da vida.
Obs: Peço ao futuro Prefeito da cidade de Vigia de Nazaré, que dê vez para os desempregados, os sofridos e não para os “aposentados e pensionistas”.
Pesquisei o meu bairro, pesquise o seu.
Que neste Natal, Menino Jesus ilumine cada político para examinar melhor sua consciência.
                                                                                         Esterlita Girão   

Esterlita Girão é vigiense, viúva e professora aposentada. Tabalhou nas escolas: Lauriano Gil de Souza (Porto Salvo); Km 41, residência da era Lourdes Maia. Obs. Na época não havia (prédio)... Quirino Santa Rosa; Comandante Castilho França, mais de 15 anos; Presidente Kennedy, curso LÓGOS; Bertoldo Nunes, curso “LÓGOS”, formando professora de 1ª a 4ª série, zona rural; Educandário N. Senhora das Neves, última Escola a lecionar. Na direção das diretoras: Irmã Imaculada e Irmã Laurinha.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

HOMEM DE HONRA


Baseado em fatos reais, o filme homens de honra conta a vida de um jovem negro na década de 1940, que gostava muito de nadar, e aos dezoito anos se alistou na marinha para se torna um mergulhador. – “Nunca desista, seja o melhor.” Essas foram as palavras do seu pai, na hora da despedida, quando Carl deixa a casa em busca de uma vida melhor.
Então alistou-se na Marinha, e lá constatou-se que os negros só trabalhavam na cozinha, e tinham dias específicos para o banho, e Carl pulou na água, dia em que não era dos negros, e chamou a atenção dos seus superiores pela sua habilidade maior, a de nadador, e assim passa a concorre a um lugar na Escola de mergulhador.
A pesar de vários testes, com esforço e determinação, após dois anos de tentativa ele consegue ingressar na escola de mergulhador, e lá, conheceu o oficial que o descriminou e humilhou, como também seus “colegas”, da mesma corporação, que o rejeitarão por ser o único aluno negro. Apesar dos turbulentos momentos conflitantes, o protagonista do filme “Homens de Honra”, Carl Brashear superou todos os obstáculos, mantendo a mesma determinação quando saiu de casa, que era vencer na vida.
Com passar dos tempos o oficial responsável pela formação de mergulhadores que o tratava com desprezo e desrespeito, passou admirá-lo e respeitá-lo. Então, tornaram-se amigos.

O ponto alto da história é quando Carl a bordo de um navio, salva dois dos companheiros da morte, mas para isso, perdeu uma das pernas, e mesmo assim persiste na carreira de mergulhador. Em um tribunal, foi obrigado a vestir e dar cinco passos com uma roupa de mergulhador, que pesava mais de cem quilos, para provar que pode continuar a profissão de mergulhador, agora apoiado pelo ex-chefe. Assim, conseguiu a mais alta patente da Marinha dos Estados Unidos, ao lado de sua espoa e filho.