Vigia de Nazaré - Pará - BR.

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400 Anos de fundação

sexta-feira, 6 de março de 2015

AS CHUVAS E OS PREJUÍZOS

Chuva...  chegou à época dela.
Hoje a cidade de vigia amanheceu debaixo de fortes quedas d’água, prejudicando muita gente que ficou ilhada em vários pontos da cidade, sem poder sair, principalmente, para trabalhar. Muitas mães deixaram de levar seus filhos nas escolas e com isso, a manhã, praticamente, foi toda perdida.   
Todo ano é a mesma cena, e se repete com maior gravidade. Uma boa parte deste estrago, com certeza, dar-se ao crescimento desordenado, principalmente, na zona urbana, partes baixas, e as inúmeras construções, em ritmos acelerados, nas  antigas várzeas do córrego da Rocinha, sobre o qual corre a passagem Natal, e as transversais da Rua Magalhães Barata. Do outro lado, é ainda pior, as travessas que ocupam o Bairro do Bariri, entre outras que circundam o Igarapé da Rocinha ficam totalmente inundadas. Nesta área, são mais de mil famílias, cujas casas são alteadas e as ruas permanecem no nível mais baixo. É a solução encontrada para preservar os bens adquiridos, como geladeira, fogão, cama e etc.
Estas regiões em que ficam as casas evacuadas, até hoje, são áreas crítica de alagamentos. Sendo seus moradores os mais prejudicados, sofrendo as consequências do tempo, nesta época.
 Mas o problema não está somente nestas áreas citadas acima. Sabendo que, aproximadamente, três quartos da cidade fazem confluência com os Rios: Tujal, Guajará Miri e Açaí. Sofrendo assim, forte influencia desses. Então, são nestes pontos geograficamente falando, que há maior entrada de água para dentro da cidade.
Veja que após a diminuição das chuvas, sai para ver alguns pontos alagadiços que estavam já em processo de secagem.